Gilsons celebram o passado e apontam o futuro nas primeiras duas excelentes faixas do segundo álbum de estúdio

  • 19/01/2026
(Foto: Reprodução)
Capa do Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão – Minha flor / Bem me quer', do grupo Gilsons Divulgação ♫ CRÍTICA DE SINGLE Título: Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão – Minha flor / Bem me quer Artista: Gilsons Cotação: ★ ★ ★ ★ ★ ♬ Amostra dupla inicial do segundo álbum de estúdio dos Gilsons, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, previsto para fevereiro, o single “Minha flor / Bem me quer” chega amanhã, 19 de janeiro, e resulta primoroso. Ambas as músicas são ótimas e surgem embaladas em arranjos tão refinados quanto elegantes. Nas duas gravações formatadas com produção musical de José Gil, o trio aponta o futuro ao mesmo tempo em que celebra o passado do grupo carioca formado em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil. Composição inédita de Arnaldo Antunes, escrita em parceria com João Gil, “Minha flor” é canção que abre uma possibilidade de futuro para os Gilsons ao se insinuar em clima de câmara na introdução da gravação adornada com os violoncelos de Daniel da Silva e Moreno Veloso, além dos violões tocados por João Gil e Tom Veloso. “Minha flor” desabrocha lírica, quase em feitio de oração. O encontro das vozes dos Gilsons com as vozes de Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso carrega simbolismo por reunir as famílias Gil e Veloso. Já “Bem me quer”, composição de Narcizinho Santos em parceria com Jocimar Lopes Cunha, soa como celebração do passado recente do jovem grupo. Até porque Narcizinho, que divide o canto da faixa com os Gilsons, é vocalista do grupo baiano Olodum, de cujo repertório o trio já reciclou “Varias queixas” (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012) em gravação que marcou a entrada do trio em cena em 2018. Ouvida já abertura da gravação de “Bem me quer”, a percussão de Kainã do Jeje remete ao baticum afro-brasileiro da música de Salvador (BA). A combinação de tambores e beats (gerados pelas programações pilotadas por José Gil) soa azeitada, na medida, sem pesar a mão da eletrônica. Sedutor, o single “Minha flor / Bem me quer” apresenta duas faixas de sonoridades diferentes e, curiosamente, formatadas em estúdio com ficha técnica similar. O trompetista Diogo Gomes, por exemplo, figura nas duas faixas, assinando os arranjos de sopros de ambos os fonogramas. Enfim, o trio sinaliza com esse lançamento duplo um segundo álbum de estúdio ainda mais interessante do que o primeiro, “Pra gente acordar” (2022), lançado há quatro anos com sucesso que resultou em turnê pelo Brasil e pelo exterior, sempre com casas cheias. A expectativa agora está ainda mais alta.

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/01/18/gilsons-celebram-o-passado-e-apontam-o-futuro-nas-primeiras-duas-excelentes-faixas-do-segundo-album-de-estudio.ghtml


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